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TAXA DE TURISMO EM ANGRA: REPRESENTANTES DO SETOR AFIRMAM QUE COBRANÇA PODE PREJUDICAR ECONOMIA LOCAL

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TAXA DE TURISMO EM ANGRA: REPRESENTANTES DO SETOR AFIRMAM QUE COBRANÇA PODE PREJUDICAR ECONOMIA LOCAL

Foto: Divulgação Alerj | Texto: Luiza Macedo

15/05 – A Comissão de Defesa do Meio Ambiente, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), realizou, nesta quinta-feira (14/05), uma audiência pública sobre a taxa de turismo que será implementada pela Prefeitura de Angra dos Reis. Durante a reunião, na praça central da Vila do Abraão, representantes do setor turístico afirmaram que a cobrança pode prejudicar a economia local e afastar visitantes.

A partir de 1º de junho de 2026, os visitantes passarão a pagar uma taxa fixa de R$ 50 por pessoa, com validade de 30 dias, tanto para acesso ao continente quanto às ilhas de Angra dos Reis. Também foi debatido um estudo técnico elaborado pela prefeitura, utilizado como base para a audiência. De acordo com representantes do setor, o documento recomendava uma taxa de apenas R$ 2,70, com recursos destinados exclusivamente a um fundo de preservação ambiental da Ilha Grande — e não ao caixa geral do município, como prevê a legislação aprovada.

Membro efetivo da Comissão, o deputado Marcelo Dino (PL) ressaltou os impactos que a medida pode causar na vida dos moradores. “Essa taxa cria transtornos, prejudica o turismo e afeta quem gera emprego. Nós vamos lutar contra essa cobrança, seja na Justiça ou no Tribunal de Contas”, reforçou o parlamentar.

O representante da Associação dos Meios de Hospedagem da Ilha Grande (AMHIG), Frederico Britto, classificou a cobrança como injusta e prejudicial à economia local. Segundo Britto, o impacto financeiro poderá afastar turistas e dificultar o acesso de famílias ao destino turístico. “Um casal com um filho gastará quase R$ 750 apenas com barco e taxa, sem contar o translado até Angra dos Reis. Isso é incentivo ao turismo?”, questionou.

Britto ainda destacou que a cobrança representa um risco direto para a economia da ilha, que depende fortemente da atividade turística. ‘Ordenamento se faz com gestão, não com taxação. A Associação é contra essa medida e vai continuar lutando por um turismo realmente sustentável na Ilha Grande’, afirmou.

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